E eu te gostava
E eu te sofria
Te aturava as manias
E te fazia ataduras
E te ligava de vez em quando
Sonhava de vez em sempre
Fingia que te amava
E fingia que não te amava
Inventava um amor passa tempo
Dizia e dissimulava
Roguei-te pragas, maldice
Te recriei, te esqueci
Fiz de tudo.
De tudo o que fiz, nada resta
Passou-se o tempo e a vontade.
O que fica mesmo é a poesia.
O que fica, no fim, é a saudade.
2/27/2007
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3 comentários:
Vixi...baixou o Chico Buarque no cara! Muito bom...
Que lindo Rogério, muito bom mesmo! Parabéns!!!
muito louco deixa disso e vai assistir um filme nao tem pegue aqui entao http://www.emulinhaclone.com.br
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