1/26/2007

TOM JOBIM


1. Você é homem ou mulher?

Sabiá.

2. Descreva-se.

Só danço samba.

3. O que as pessoas pensam de você?

Se todos fossem iguais a você...

4. Como você descreveria seu último relacionamento?

Desafinado.

5. Descreva sua atual relação com seu namorado(a) ou pretendente.?

Ela é carioca.

6. Onde você gostaria de estar agora?

Falando de amor.

7. O que você pensa a respeito do amor?

Mulher, sempre mulher.

8. Como é a sua vida?

Insensatez.

9. O que você pediria se pudesse ter apenas um desejo?

A felicidade.

10. Escreva uma frase sábia.

Olha pro céu.

11. Agora se despeça.

É preciso dizer adeus.

80 ANOS SEM SAIR DO TOM

Ontem, 25 de janeiro, faria 80 anos o maestro Antônio Carlos Brasileiro Jobim, o Tom (porque ninguém vai chamar o sujeito de Antônio Carlos, quando pode chamá-lo de Tom).

O Tom Jobim. Que foi Tom do Vinícius, e que depois foi Tom do mundo. Que gravou com Frank Sinatra, uma honra tão imensa que certamente Frank Sinatra nunca mais lavou a mão que apertou a mão do maestro. É pau, é pedra.

Assisti a um ótimo documentário na TV Cultura sobre o mestre. Eu, que pior do que nascer em tempo errado, nasci sem tempo, e queria ter vivido em todos eles. Mas como gosto daquelas histórias do Rio dos anos da bossa. E o Tom contando as histórias de tanta gente que fez o Brasil, e que depois a ditadura mandou embora até nos deixar, como hoje, pastando como os burros, como diria José Arcadio Buendía.

Na minha cabeça, Vinícius de Moraes é Lúcio Costa com mais cabelo e menos educação. Catalizadores daqueles movimentos culturais, os algutinadores, os formadores dos grupos, os cabeças por trás de tudo. Os poetas. E na minha cabeça, Tom Jobim é Oscar Niemeyer. O grande fruto da safra. O mundialmente reconhecido. A síntese do movimento. O gênio. Tom Jobim que também quis ser arquiteto...

E disse no documentário, sobre o piano. Que se escondia atrás do piano. "Não atira no pianista porque a bala pega no seco de metal e pode voltar e acertar o sr". Tom Jobim se escondia atrás do piano, e, segundo o doc, "fazia dele seu espelho, onde tentava harmonizar a vida". E não pude deixar de lembrar de "Vende-se um piano", a homenagem que fiz em minha não-genialidade ao mestre Tom e a minha canção preferida:

Luiza

"Vende-se um piano" está linkado ao lado, eo Rogério - usina de Letras, e lá em Peças de Teatro.

1/22/2007

SE OS MERCADORES FOSSEM CURIOSOS

Um dia desses conversava com um amigo das coisas que nos acontecem durante o sono. Ele teve uma experiência em que achava ter saído do corpo, tão consciente que teria ligado o ventilador de um cômodo da casa para comprovar a viagem. O problema é que não só o ventilador estava desligado, como o interruptor era de girar, e não de apertar como constava no sonho.

Comigo isso nunca aconteceu, mas uma coisa sempre me intrigou. Durante o sono eu não raro penso em poemas, em textos, longuíssimos, que acho sempre que estão muito bons, mas sempre se perdem quando eu acordo. São palavras que vem aos montes, sem pausa, que vou criando como se fosse lendo um texto. Mas quando acordo, elas nunca estão mais lá. E me resta a pergunta se eram textos bons mesmo, ou se eram palavras desconexas que só a minha insanidade onírica poderia pensar que fazem algum sentido, assim como não fazem os sonhos. Uma vez, acordei com um poema pronto na cabeça. Pensei ter sonhado com ele. Meses depois, o encontrei num livro do Vinícius, que tinha lido e não lembrava.

Pois hoje aconteceu de novo. Sonhava com um texto bem longo, que tinha imagens também, como um documentário. E eis que me acordaram no meio de uma frase.

Talvez pelo susto, não sei. Por ter acordado forçosamente. O fato é que, com algum esforço, consegui me lembrar (mais ou menos), a frase do sonho.

Se os mercadores fossem curiosos, fariam a rota da Noruega, e não entre São Paulo e Paris, como são todas as rotas de mercadores.

Vai saber né gente?

1/20/2007

ROGÉRIO ELEKTRO

As pessoas tem dons. Algumas tem o dom da palavra, o dom da liderança, o dom da malandragem (porque não?). Enfim, todo o mundo tem o seu. E eu tenho um muito especial: o dom de explodir qualquer objeto elétrico que esteja num raio de 50m.

Tudo começou quando eu, muito aventureiro, disse: pode deixar que eu mesmo instalo o ventilador de teto. Debois de derrubar a chave de energia do quarteirão inteiro, depois de vários pipocos e muito fio torrado, liguei para o eletricista.

A primeira coisa que fiz quando cheguei em Florianópolis foi colocar um ferro 110v em uma tomada 220v. Fez BUM! Lembro-me que em Londrina eu fui consertar um fio de extenção. Coloquei na tomada. Fez BUM!

O computador do mestrado. BUM!

E como os dons se desenvolvem com o tempo, agora comecei a tomar choque. Não raro tomava choque de encostar no carro, de encostar em alguém. Mas agora tenhto tomado choque do interruptor, do chuveiro... BUM!

Mas deixa eu ficar calado porque um dia desses me chamam para o exército. Me mandam para a guerra, sabotar os aparelhos elétricos inimigos. Encoste naquele gerador iraquiano. Faz BUM!

BUM!

1/17/2007

COMEÇOU BEM

Em 15 dias de 2007, o sol pouco saiu. As cidades mineiras ficaram cobertas de lama, o Rio de Janeiro precisou da ajuda do exército, e um buraco de 80 metros de diâmetro engoliu um microônibus. Na Europa o inverno está 10 graus mais quente do que deveria e os ursos não conseguem Hibernar.

Tá difícil...

1/05/2007

CCT de Férias - parte III

LISTAS: AS MELHORES LEIS DE ECONOMIA ROGERIANA (05/07/2005)

Um dos maiores perrengues de se sair da casa dos pais (e olha que eu já fiz isso há quase 6 anos), é administrar as contas, os prazos, o aluguel e a conta do banco (que infelizmente não se abastece sozinha...). Para facilitar, desenvolvi algumas leis para conduzir a minha vida financeira de maneira, no mínimo, aceitável. As mais importantes estão aqui descritas. Te cuida Adam Smith...

AS MELHORES LEIS DE ECONOMIA ROGERIANA

3º A LEI DAS MÚLTIPLAS ECONOMIAS

Situação: você precisa de um livro para a faculdade, que custa 50 reais. Por sorte, você acha o mesmo livro em um sebo, e paga 20 reais. Economizou 30 reais.
Como prêmio pela sua fantástica economia, você tem direito a gastar esses 30 reais com bobagem (conta atrasada não é prioridade nesses casos...). Sábado você pode levar a namorada para comer uma pizza, pagar a conta e ainda passar por bom moço. Viva o sebo!
Domingo é dia de cinema... A conta vermelha não significa nada. Afinal, você economizou 30 reais no livro, e isso dá pra pagar as entradas, comprar chocolate, pipoca...
Na segunda-feira, te convidam para um boteco. Não vou, já estourei a conta faz tempo!!! Ah! Mas então você se lembra dos 30 reais que economizou no livro na semana passada e sai pra beber sem preocupações. Certamente uma coisa compensará a outra.
Moral da história: é possível sair a semana inteira, comprar tudo o que é bobagem, e sempre justificá-las com uma economia que você fez um mês atrás (depois disso perde a validade – daí já é muita sem-vergonhice).

2º A LEI DO OVO NA GALINHA

Qualquer dinheiro previsto para ser ganho daqui a um mês já pode começar a ser gasto hoje, por mais incerto que seja.

1º A LEI DO BANCO AMIGO

O limite de conta corrente é, na verdade, um presente que o banco dá para você, e não precisa nunca ser coberto.